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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Dez Mandamentos para Esposas e Esposos


 

Dez Mandamentos para as Esposas



1. Aprenda o verdadeiro significado do amor.
 
2. Desista de seu sonho de um casamento perfeito e lute por um bom casamento.
 
3. Descubra as necessidades pessoais de seu marido e tente satisfazê-las.
 
4. Abandone toda a dependência de seus pais e toda crítica aos parentes dele.
 
5. Faça elogios e mostre apreciação, em vez de procurá-los para si.
 
6. Abandone a tendência de ser possessiva ou ciumenta.
 
7. Cumprimente seu marido com afeto, em vez de fazer reclamações e exigências.
 
8. Vença o complexo de princesa (Cinderela).
 
9. Abandone toda esperança de mudar seu marido através de críticas ou ataques.
 
10. Ore por paciência.



Dez Mandamentos para os Esposos

1. Trate sua esposa com firmeza e gentileza.

2. Seja pródigo no louvor e na reafirmação.

3. Defina suas responsabilidades.

4. Evite crítica.

5. Lembre-se da importância das pequenas coisas.

6. Reconheça a necessidade de estarem juntos.

7. Procure inspirar-lhe sentimento de confiança.

8. Reconheça a validade dos estados de espírito dela.

9. Coopere com ela em todo esforço para melhorarem o casamento.

10. Descubra as necessidades individuais dela e tente satisfazê-las.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Uma esposa que inspira paz

Ct 8:10 “Eu sou um muro, e meus seios são as suas torres, assim me tornei aos olhos dele, como alguém que inspira paz.

Estamos acostumados a apresentar o homem, o marido, como aquele que promove a proteção de sua esposa. Mas é interessante que em alguns momentos da vida, é ele quem precisa se sentir seguro, necessita encontrar um lugar de refúgio, um abrigo.

E aqui vemos a sulamita se apresentando como sendo este lugar na vida do seu amado. Ela diz ser para ele como um muro, um refúgio, uma proteção e também ser alguém que lhe inspira paz. Ele vê nela, alguém com quem se pode contar para um bom descanso e refrigério sem nada temer. Nos seus braços ele depõe as armas, se esquece que há uma luta lá fora, e se deleita naquele instante, tão somente.

Acho incrível estas coisas que ela diz, porque realmente é isto, muitas vezes, o homem estressado, sobrecarregado busca um lugar de descanso e é muito bom quando ele encontra na esposa essa pessoa, que o ajuda a estar bem, que vela pelo seu momento de “relax” , que lhe inspira confiança e lhe dá a oportunidade de refazer as suas energias.

Realmente uma esposa deve ser um manancial de alegria, prazer e deleite para um guerreiro, quando este se apresenta esgotado depois de muitos combates.

                 Eu entendo o que diz o marido da mulher virtuosa de provérbios trinta e um quando ele diz que existem muitas mulheres maravilhosas no mundo, mas que a mulher dele é melhor do que todas, ela está acima, vai além de cada uma delas. Não creio que ele esteja falando do seu corpo escultural, de sua performance sexual, de sua beleza exterior. A mim me parece que o algo a mais está realmente no fato de ela lhe inspirar paz.

               Quantas mulheres deveriam ler um isto, e procurar ser um abrigo contra a tempestade e sombra contra o calor para o seu marido. Deve ela ter uma postura tal com sua vida no cotidiano, que ele se alegra na sua presença e especialmente nos seus momentos de intimidade. Ele não tem dúvida a respeito dela, pois "ela lhe faz o bem e não o mal todos os dias de sua vida" ( Pv 31). Não pesa contra ela nada que a desabone, nenhuma desconfiança há.Tão somente admiração e apreço.

               Será que você, mulher, tem sido uma inspiradora de paz na vida do seu marido, ou ele, na sua presença não consegue se desarmar, tem que estar sempre de prontidão, pronto para o pior ou para um novo confronto.

Quero te ajudar nesta auto análise, e começo perguntando, você é daquelas que mesmo quando o marido está chegando cansado lhe despeja uma multidão de problemas na sua cabeça, que lhe imputa faltas como se verdadeiras fossem, que com sua mente investigativa encontra sempre um motivo para acusá-lo ou ainda, o submete a um verdadeiro processo inquisitório, sem muita chance de defesa?

             Olha, o que eu vou dizer a seguir não justifica, mas explica, e nos dá a oportunidade de a gente entender as motivações que levam um homem a procurar uma outra mulher. E no meu modo de ver, eis aqui, certamente um motivo que deve levar muitos a isto, a falta de uma mulher que lhe seja um abrigo seguro, um muro contra a tempestade, um cobertor contra o frio. E o pior, é que algumas mulheres são uma fonte de tempestade na vida do marido.

Eclesiastes 4:9-12, nos ensina que é melhor viver a dois, um aquentando o outro, fazendo com que o outro se levante quando estiver caído e ajudando na resistência contra a inimigo, mas para isso é preciso que se determine como a sulamita , sendo para ele como um muro, alguém que inspira paz e não guerra.

Por pastor Ismael

sexta-feira, 25 de março de 2011

Maridos solitários, esposas solitárias

O isolamento de outras pessoas nem sempre é ruim. O próprio Jesus tinha
o hábito de isolar-se regularmente das multidões e ficar a sós com
Deus, depois de um dia de trabalho em meio às multidões. Nessas
ocasiões, ele orava e renovava suas forças. Mas, existe uma solidão
maléfica, característica da sociedade em que vivemos. As pessoas podem
viver numa mesma casa com muitas outras e ainda assim viver isoladas
delas. Já que fomos criados como seres sociais, viver em isolamento
geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos,
o suicídio.

Isolamento acontece mesmo entre pessoas tão íntimas como marido e
mulher. Diversas forças ativas na sociedade moderna estão separando
marido e mulher cada vez mais para longe um do outro, em vez de
produzir intimidade e mutualidade: 1) Numa sociedade tão complexa como
a em que vivemos, experiências diferentes e sistemas de valores
diferentes separam os casais. Antigamente, as pessoas nasciam e
cresciam juntas num mesmo lugar. Hoje, elas vêm de passados
completamente diferentes. 2) A sociedade moderna tem passado a idéia de
que o casamento é um relacionamento na base de 50/50 (fifty-fifty).
Isso é, cada um dá um pouco de si. Mas isso não funciona, na verdade. O
padrão cristão é 100/100. No casamento, temos de nos dar inteiramente.
3) O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser
egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma
ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso
independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom. Na prática,
quase nunca isso dá certo. 4) Outro fator de isolacionismo são
problemas não superados. Os pesquisadores mostram que cerca de 70% dos
casais que passam por experiências traumáticas – como perder um filho
num acidente, ou ter um filho gravemente deficiente – se separam ou se
divorciam. 5) A mídia tem popularizado a idéia de que aventuras
extramaritais é algo normal. O fato é que, não somente o adultério
consumado, mas o adultério emocional – uma amizade muito íntima com
alguém do sexo oposto – provoca o isolacionamento dos cônjuges. 6) A
pressão contínua do estilo de vida acelerado em que vivemos contribui
para que cada vez mais vivamos estilos de vida separados uns dos
outros. 7) Outro fator é nosso hábito de assistir TV. O problema é mais
grave do que a violência mostrada na tela. Membros de uma família podem
estar juntos na mesma sala assistindo TV, e estar perfeitamente
isolados uns dos outros. À medida em que nos enfiamos em nossos
casulos, mais e mais nos desconectamos uns dos outros.

A grande maioria dos moradores das grandes cidades – mesmo cristãos
- raramente conhece seus vizinhos! Todo o moderno sistema de
comunicação produzido atualmente pela sociedade tende a eliminar cada
vez mais o contato humano: Internet, email, chat, etc.

O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos. Estes
cristãos precisam perceber que se não tomarem as providências
necessárias e se não tratarem dessa ameaça juntos, acabarão por viver
isolados uns dos outros, mesmo debaixo do mesmo teto. Muitos casais
casados têm sexo mas não amor. O erro típico que muitos casais cometem
é não antecipar que problemas desse tipo podem ocorrer com eles. E
quando os problemas surgem, são apanhados desprevenidos.

Vivemos num mundo cheio de problemas. A tentação de muitos, debaixo
de pressão, é isolar-se, hibernar como um urso em sua caverna no
inverno. Embora essa pareça uma alternativa atraente, é somente com o
apoio de amigos que poderemos suportar as misérias desta vida. Fiquei
impressionado com o que aconteceu recentemente no Japão, quando três
empresários japoneses falidos enforcaram-se juntos no mesmo quarto de
hotel. Numa sociedade individualista como a nossa, suicídios não
acontecem assim! Mas se os japoneses conseguem ser solidários até na
morte, será que não podemos aprender, na vida, a compartilhar nossa
existência e experiências com outros?

O que podemos fazer, como cristãos, para vencer o isolamento? Aqui
vão algumas dicas: 1) Busque maior intimidade com Deus, pela leitura da
Bíblia e pela oração diária. Quando nos aproximamos de Deus, podemos
melhor nos aproximar dos outros. 2) Planeje gastar tempo com seu
cônjuge fazendo coisas que ambos apreciam. 3) As vezes o isolamento foi
causado por uma atitude errada sua, com a qual o seu cônjuge ofendeu-se
ou magoou-se. É preciso pedir perdão e buscar a reconciliação. 4) Às
vezes quando a situação já se tornou muito complicada e difícil, é
preciso procurar ajuda espiritual e psicológica. Pastores e psicólogos
cristãos são geralmente treinados para oferecer apoio e soluções para
casos assim.

Não permita que o isolamento acabe a alegria do seu casamento. Casados também podem ser felizes juntos!

Por Redação Gospel

segunda-feira, 21 de março de 2011

Os dez mandamentos para a esposa

I Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e depois a teu marido, amarás a teu esposo menos do que amas a Deus (Dt 6.5);
II. Alegremente te submeterás a teu marido, tua cabeça, como ao Senhor (Ef 5.22);
III. Guardarás tua língua com toda diligência, tendo o cuidado de abençoar teu marido e nunca discutir abertamente detalhes íntimos do relacionamento amoroso (Pv 31.26, 11.16);
IV. Conservarás um coração alegre em tudo que tiveres de fazer durante o dia (Pv 17.22);
V. Afastarás de ti uma natureza ciumenta ou egoísta (Pv 6.34);
VI. Preferirás teu marido a qualquer outro (nunca comparando diminutivamente a outros homens) e sinceramente o admirarás e reverenciarás (Ef 5.33);
VII. Diligentemente manterás o teu lar e a ti mesma atraentes, lembrando que não deves somente ganhar o amor do teu marido, mas também conservá-lo (Pv 31.27);
VIII. Darás valor às tuas virtudes femininas mais do que a própria vida (Pv 12.4);
IX. Inspirarás a teus filhos um amor, respeito e reverência a seu pai (Pv 22.6);
X. Não serás ranzinza (Pv 25.24).

Lídia Fernandes

Os Deveres da Esposa Cristã

Leitura: Ef 5.22-33

“O fato de ser mulher não faz de você um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã faz de você uma mulher diferente”.

1. Ser submissa ao seu marido em tudo, assim como a igreja é submissa a Cristo (Ef 5.22-24; Cl 3.18; 1 Pe 3.1-6; Tt 2.5)

Os princípios da Palavra de Deus são eternos. A esposa deve se sujeitar espontaneamente à liderança do marido. Todo cristão tem a responsabilidade de “sujeitar-se” (hypotasso) a alguém, independentemente de sua posição na vida: Os cidadãos devem se submeter ao governo (Rm 13.1,5; 1 Pe 2.13; Tt 3.1); A igreja está sujeita a Jesus (Ef 5.24); Os servos devem se sujeitar aos seus senhores (Tt 2.9; 1 Pe 2.18); Os cristãos jovens devem ser submissos aos mais velhos (1 Pe 5.5) e “do mesmo modo” a esposa deve submeter-se ao seu marido.
Deus estabeleceu o marido como o cabeça da família (1 Co 11.3; Ef 5.23); aquele que tem a responsabilidade de liderar e exercer a autoridade. A resposta correta a essa autoridade é submissão voluntária. A esposa não se rebaixa sendo submissa ao marido, mas demonstra a nobreza do seu caráter, assim como fizeram Sara e outras mulheres piedosas dos tempos bíblicos (1 Pe 3.5). Esta submissão é devida ao marido, sendo ele cristão ou não (1 Pe 3.1,2). É Deus quem ordena isto (1 Pe 3.5,6).

Esposo e esposa são iguais em Cristo (Gl 3.28; 1 Pe 3.7), porém há diferença de papéis no lar. A submissão não significa ser inferior ao homem, ou que a mulher tem menos valor dentro da família, mas sim que, dentro do lar, o marido foi colocado por Deus como sendo a autoridade final.
A mulher foi colocada na família como auxiliadora (Gn 2.18) e quem ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar. Neste sentido temos que dizer que a mulher não foi chamada para exercer a liderança (1 Co 11.8-10; 1 Tm 2.11-14).
A mulher que ocupa um cargo de liderança em seu trabalho não pode simplesmente achar que em sua casa poderá liderar da mesma forma. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu quem seria o chefe lá em casa. Ele é “o cabeça” da nossa família.

Submeter-se nas decisões
As decisões na família devem ser conjuntas, mas em caso de divergência a decisão final é do marido; as esposas devem consultar seus maridos antes de tomar uma decisão, evitar criticar as decisões do marido e não se rebelar diante delas. Como você tenta convencer seu marido de alguma coisa? Você insiste no seu ponto de vista até ele se cansar e fazer o que você quer? Você age de forma independente, sem consultar o seu marido? A mulher não pode mudar o marido! A única coisa que pode fazer é mudar ela mesma e a forma como reage a seu marido. Mudar os outros é algo que depende deles e de Deus.
Submeter-se não é ser escrava, nem perder sua opinião nem sentir-se inferior, mas aceitar o papel que Deus lhe deu, agindo com prudência, humildade e inteligência.

Razões para submeter-se:
• Por amor e reverência ao Senhor, a esposa deve acatar seus mandamentos. Somente sendo uma crente fiel e cultivando uma vida cheia do Espírito ela poderá submeter-se ao marido.
• Para dar bom Testemunho. A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um testemunho evangelístico.

Como todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a Sua benção pela obediência:
• Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA;
• Através da submissão a mulher alcança realização pessoal, pois este é seu papel;
• A submissão leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR.
• Quando a mulher é submissa, se torna exemplo para as mais novas e para o mundo.
• A mulher se transforma em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos, lembrando que eles reproduzirão seu comportamento.

2. Respeitar o marido (Ef 5.33b).

A palavra traduzida por “respeitar” neste texto é também traduzida por “temer” (At 10.2,35; 13.16,26; 1 Pe 2.17). A esposa deve mostrar respeito pelo marido como líder na relação, assim como a igreja respeita Jesus como seu líder (Ef 5.24). Sara é um exemplo citado do tipo de respeito que a esposa deve ter pelo marido. Ela não só obedeceu a Abraão, mas também o chamava de “senhor” (1 Pe 3.6; Gn 18.12). “Senhor” indica um coração pronto para responder em obediência e respeito. A implicação deve ser que ela obedecia a Abraão porque o honrava como “senhor”, não no sentido divino, mas no sentido humano daquele que tem a autoridade.
A esposa deve falar do marido de forma respeitosa, principalmente diante dos filhos e de outras pessoas. Não como Abigail, que apesar de livrar a pele de seu esposo Nabal, falou de maneira desrespeitosa acerca dele (1 Sm 25.25).

3. Ser uma auxiliadora para seu marido (Gn 2.18).

Esta é a finalidade pela qual a mulher foi criada (1 Co 11.8-9). Nenhum cônjuge deve servir a si mesmo de maneira egoísta, mas deve servir ao outro. Isto é principalmente verdadeiro para a esposa. Ela deve estar ao lado (não é abaixo nem acima) do marido. Para que isso se torne uma realidade em nossa vida, é necessário que haja uma dose de desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR.

A mulher é uma auxiliadora do marido:
a) No sentido afetivo: é a mulher de um só homem, o seu marido e se entrega a ele com amor e inteireza de coração.
b) No sentido social: contribui no sentido de conservar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade.
c) No sentido profissional: dá ao marido o apoio que lhe falta por parte dos amigos, levando-o a superar as crises de maneira positiva.
d) No sentido espiritual: ora por ele e estimula a sua fé. O auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal qual um investimento cujo retorno se dará sem demora.

3. Tomar conta da sua casa (Tt 2.4-5; 1 Tm 5.14; Pv 14.1).

Não é uma proibição ao trabalho feminino, mas uma indicação da sua responsabilidade quanto à boa ordem da casa. Se ela trabalha, tem empregada, contrata diarista, mas a responsabilidade de gerenciar sua casa é dela (1 Tm 5.14,15). As esposas devem ser prudentes, sensatas, tendo como prioridade satisfazer as necessidades de sua família (Tt 2.5). A prioridade de uma esposa, portanto, é cuidar do seu lar. Ela mostra seu amor por seu esposo e filhos fazendo do lar um refúgio de paz e descanso para a família, amigos e hóspedes (1 Tm 5.14).
A esposa também tem grande responsabilidade na educação dos filhos (1 Tm 2.15). A palavra grega utilizada (teknogonia) significa não somente gerar filhos, mas também abrange a idéia de educá-los.

5. Conceder ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Co 7.3).

Ambos os cônjuges são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer os desejos sexuais do outro. A mulher não deve privar seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Co 7.4-5), mas deve agradá-lo (v34). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido.

6. Ser pura, casta, buscando a beleza interior mais do que a exterior (Tt 2.3-5; 1 Tm 2.9,10; 1 Pe 3.1-6)

O que a Bíblia quer ressaltar é a modéstia e a preocupação maior de ser virtuosa e não a proibição de adornos. Pedro não estava escrevendo que as mulheres não podem se enfeitar, mas que o enfoque da mulher cristã deve estar mais na exaltação do ser interior do que na do exterior. Paulo também manda que a mulher se vista com modéstia e bom senso. A mulher não deve estar tão preocupada com sua aparência externa quanto com suas qualidades interiores.
A mulher cristã deve observar a razão que a leva a vestir-se, enfeitar-se: para se exibir ou atrair a atenção de outras pessoas, ou para agradar ao Senhor e a seu marido. As jóias que ela deve usar sempre: o espírito manso e tranqüilo (1 Pe 3.4); ter um espírito pacífico, que busca a conciliação e a harmonia na família.
Algumas esposas são barulhentas, gostam de tumultos, porém, não há adorno mais bonito do que a discrição (Pv 11.22) e a mulher que age assim honra seu marido (Pv 12.4).

Lídia Fernandes
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